"Retrato autorizado" de Alma Welt- desenho de Guilherme de Faria
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Alma no Sótão- óleo s/ tela de Guilherme de Faria, 60x80cm, coleção Cândida Arruda Botelho, São Paulo, SP, Brasil
A Toilette de Alma Welt- óleo s/ tela de Guilherme de Faria, 80x80cm, coleção Ricardo Meirelles de Faria, São Paulo, SP, Brasil
Perfil "leonardesco" de Alma Welt- litografia de Guilherme de Faria, coleção família Welt, Estância Sta Gertrudes, Rosário do Sul, RGS, Brasil
O pranto de Alma Welt- óleo/ tela de Guilherme de Faria, 2005, 80x100cm, coleção Instituto Paulo Gaudêncio, São Paulo, SP, Brasil
Alma e o Lobo- óleo s/ tela de Guilhermede Faria, 2006, 150x150cm, coleção Flávio Pacheco, São Paulo, Brasil
Alma e o quadro de Jonas (no ateliê)- óleo s/ tela de Guilherme de Faria, 2001, 100x100cm- coleção Flávio Pacheco, São Paulo, SP , Brasil.
Rosto da Alma Welt (detalhe)- (do óleo Alma e o Jonas) de Guilheme de Faria.
Alma no ateliê (com seu discípulo Jonas)- óleo s/ tela, de Guilherme de Faria, 2006, 110x155cm.
Retrato de Alma Welt, por Guilherme de Faria, o s/t, 60x50cm
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
(Na abertura (acima) Abstração- óleo s/ tela de Alma Welt de 2007, 100x120cm, uma das três telas que Alma pintou no seu último mês de vida, em janeiro de 2007, até o fatídico dia 20/01.
Sou Lucia Welt, e sou a irmã mais velha da grande poetisa lírica Alma Welt, falecida em 20/01/2007 em nossa Estância Santa Gertrudes, no Pampa gaúcho, num sábado. Também sou escritora e poetisa, mas estou empenhada em divulgar a obra magistral de minha irmã precocemente falecida. Sua morte foi tida como suicídio mas restam dúvidas quanto à possibilidade de um misterioso assassinato, o que certamente não chega a ser consolo para nós, sua família. Alma com apenas 35 anos deixou imensa obra em prosa e poesia. Grande sonetista, deixou mais de 4.000 sonetos primorosos. Sua última obra foi a série "Sonetos Pampianos da Alma,dos quais já encontrei cerca de 1.001 escritos entre Dezembro de 2004 e Janeiro de 2007. Seu último soneto entitulado "A Carruagem", foi escrito em 19/01/2007 na véspera de sua morte e tem um tom de despedida que comoveu centenas de leitores na página que ela mantinha no portal literário Recanto das Letras, de onde ela foi expulsa postumamente, em meio a um imenso e glorioso escândalo por suspeita de que ela era um heterônimo de alguém e portanto não podia morrer (!!!)